Resenha: Avalon High (Meg Cabot)

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012


Livro: Avalon High

Autor: Meg Cabot
Edição: 1
Ano: 2007
Editora: Record
ISBN: 978-85-01-07490-4
Páginas: 350


AVALON HIGH pode não ser exatamente o lugar onde Ellie gostaria de estudar, mas até que não é tão ruim assim. Uma escola americana normal, freqüentada pelos mesmos tipos de sempre: Lance, o esportista; Jennifer, a animadora de torcida; e Will, o presidente da turma, jogador talentoso, bom moço... e muito charmoso!
Mas nem todos em AVALON HIGH são o que parecem ser... nem mesmo Ellie, como ela logo vai descobrir. Depois de um esbarrão durante uma corrida no parque, os destinos de Ellie e Will parecem estar irremediavelmente entrelaçados.
Ela começa a notar uma série de estranhas coincidências entre o seu cotidiano e a lenda do Rei Arthur – nomes similares, triângulos amorosos, sociedades secretas – mas qual seria seu verdadeiro papel nessa história? Como em Camelot, estariam seus novos amigos fadados a um trágico destino? E pior, o que ela pode fazer para impedir que uma profecia milenar se cumpra mais uma vez?
Misturando fantasia, história e romance, Meg Cabot acerta mais uma vez. Uma versão inteligente e bem-humorada da lenda arthuriana.
Olá novamente pessoal! Como segunda resenha, decidi que iria fazer de um livro que eu amo de paixão e que deve sempre estar na lista do #musthave de vocês: Avalon High.

Digo isso por três simples questões. Primeira, é da diva Meg Cabot; segunda, é baseado em uma história que remota ao fantástico tempo dos cavaleiros e de sua távola redonda–sim, nasci na época errada-; e terceira e última, porém não menos importantes – e todas aquelas que são fãs de Meg vão concordar- vocês irão se deparar com mais um protagonista instigante, lindo, romântico, mas totalmente bem enturmado, Will Wagner.

Faz algum tempo que tenho esse livro em minha estante. Desde que pus os olhos nele, senti aquela vibração, que só aqueles viciados no folhoso conhecem, e disse: É esse. Pois é, foi ele. Com um começo extremamente detalhista, somos apresentados a Elaine, uma garota super normal que tem como pais dois professores de história, especializados na lenda que baseia o livro, a Lenda do Rei Arthur, e que tem como passa-tempo correr.

Quando se muda para outra cidade devido ao trabalhado de seus pais, é apresentada ao incrível mundo de Avalon. Tudo começa a se encaixar e fazer sentido quando ela conhece o belo Will em uma de suas andanças. Com o passar do tempo, cada peça vai se encaixando no complexo dominó da sua realidade e ela se vê com a vontade de impedir que a lenda se torne real, porém não poderia contar que outros tivessem o pensamente exatamente oposto e se pusessem como obstáculos para a salvação de quem tanto ama.

Verdadeiramente, um clássico. Não sei porquê tenho uma queda abrupta pelo romance histórico e tê-lo com a pitada certa de modernidade que só a Meg poderia dar, então.. ufa! De tirar o fôlego! Recomendo com nota 10 para todos aqueles que como eu, começaram a se apaixonar pelo estilo de escrita de uma das escritoras mais aclamadas pelos adolescentes dos últimos tempos. Tanto diagramação quanto capa perfeitas! Parabéns Galera Record! Tenho que admitir que adoro tanto o livro que tenho meu exemplar de 2007 com metade da capa devorada pelo meu querido segurança particular canino, Apolo, que, em sua juventude, selecionou parte de minha biblioteca para satisfazer a costumeira coceira sentida com os seus novos dentinhos assassinos.

Travessuras do meu pequeno Chuck à parte, chegou a parte chata. Mas, calma! Não estou falando do livro, mas sim do seu homônimo que foi sua transformação em filme. Sinceramente? Não gostei. Modificaram muita coisa e, apesar de ter Britt Robertson como Ellie e Gregg Sulkin como Will, dou nota 6 e olhe lá para ele. Bem, assistam quem quiser.. Mas, por favor, após o livro! Quanto a continuação, há de fato, mas é em quadrinhos e bem, nunca tive a oportunidade nem a vontade de ler. Para mim, bastou somente o livro. Bom final, sem pontas soltas. Melhor assim.

Trailerzinho:


Um beijo grande e que a criatividade nunca lhes falte,