Autor da Semana: Dan Brown, por Karina Miranda

domingo, 11 de março de 2012

Bom Dia! Nosso autor de hoje é o primeiro homem a integrar nossa coluna dominical e foi uma sugestao maravilhosa da nossa amiga leitora Lariza Barbosa.
Com vocês...

DAN BROWN


Dan Brown nasceu em 22 de junho de 1964 em Exeter, New Hampshire, onde foi criado com seus dois irmãos mais novos. Cresceu no campus da Philipps Exeter Academy onde o pai, Richard G. Brown, era professor de matemática. Sua mãe Constance (Connie) foi música profissional tocando órgão na igreja.
Dan é casado com a pintora e historiadora de arte Blythe, que colabora para a pesquisa dos seus livros. Moram em New England nos Estados Unidos.


O interesse do autor por criptografia, chaves, símbolos, códigos foi cultivado desde muito cedo. Cercado por códigos e cifras, presentes na matemática, música e idiomas, o jovem Brown passava horas trabalhando em anagramas e palavras cruzadas. Além disso, ele e os irmãos costumavam participar de elaboradas caçadas ao tesouro criadas pelo pai em aniversários e feriados. Em um natal ele e seus irmãos não encontraram os presentes embaixo da árvore, mas seguiram um mapa do tesouro contendo códigos e pistas pela casa e pela cidade para achá-los.

 Se formou no Amherst College, em 1986. Ao sair da universidade Brown se lançou na carreira de compositor e com a ajuda de um sintetizador produziu uma fita cassete infantil chamada SynthAnimals que vendeu algumas centenas de cópias e possibilitou que ele fundasse sua gravadora, Dalliance. Foi através de sua gravadora que lançou, em 1993, o álbum Dan Brown.

Sua transição do mundo da música para o literário se deu através do romance Juízo Final de Sidney Sheldon. Foi ao ler o livro, durante umas férias no Taiti, naquele mesmo ano, que Dan Brown resolveu que se tornaria um escritor de suspense. Começou a trabalhar em Fortaleza Digital, cuja história seria ambientada em Seville, onde estudou em 1985, durante um ano. Nesse meio tempo o autor participou da criação de um livro de comédia em parceria com sua esposa entitulado: “187 Men to Avoid: A Guide for the Romantically Frustrated Woman”, e foi assinado pelo autor com o pseudônimo de Danielle Brown.
Em 1996, Brown parou de lecionar para se tornar escritor em tempo integral, mas apenas dois anos depois é que Fortaleza Digital seria publicado. Sua esposa, Blythe, foi a responsável pela divulgação do livro, escrevendo releases, marcando entrevistas para Brown na televisão e conseguindo participações em programas de grande audiência.
Poucos meses depois, Brown e a esposa lançaram “The Bald Book”, outro livro de comédia. Desta vez a obra foi oficialmente creditada a sua esposa, mesmo que um representante da editora tenha dito que era um livro de autoria de Brown.
 Logo em seguida Brown escreveu Anjos e Demônios e Ponto de Impacto, publicados em 2000 e 2001 respectivamente.

Ao contrário de vários autores, o sucesso de Dan Brown não veio com os seus primeiros livros, pois estes tiveram pouco sucesso. Cada um vendeu menos de 10mil cópias em suas primeiras edições. Tudo mudou depois do lançamento de O Código Da Vinci. O quarto livro do autor se tornou um bestseller, indo para a lista dos mais vendidos do The New York Times durante sua primeira semana de lançamento em 2003, o que impulsionou a venda dos livros anteriores.


Em 2004, todos os quatro livros estavam na lista de mais vendidos do The New York Times na mesma semana e, no ano seguinte, Dan Brown figurava na lista das 100 pessoas mais influentes segundo a Times. A revista Forbes colocou o autor em 12º lugar na sua lista de 100 Celebridades que mais lucraram naquele ano, com uma estimativa de $76,5 milhões de dólares. Pouco tempo depois a Times escreveria uma matéria onde estimava que apenas com a venda de O Códido Da Vinci o autor teria lucrado $250 milhões de dólares. (nossa!)
O terceiro livro de Brown envolvendo o personagem Robert Langdon, O Símbolo Perdido, foi lançado em 15 de setembro de 2009. 
Segundo a editora, no dia de seu lançamento o livro vendeu um milhão de cópias em capa dura e versões e-book nos EUA, Inglaterra e Canadá, levando a editora a imprimir 600 mil copias a mais as cinco milhões já impressas para a primeira edição. Inspirado pela venda dos livros, Brown chegou a declarar em uma entrevista que teria em mente mais 12 livros com o personagem Robert Langdon
De suas cinco obras já lançadas, apenas duas ganharam as telas do cinema: O Código Da Vinci em 2006 e Anjos e Demônios em 2009. O primeiro gerou controvérsia e péssimas criticas, enquanto o segundo se saiu bem melhor. Nos filmes, o especialista em simbologia Robert Langdon foi interpretado por Tom Hanks (“O Terminal”).
Os nomes de alguns personagens dos livros de Dan Brown são homenagens a pessoas que o autor de fato conhece. Robert Langdon ganhou este nome por causa de John Langdon, o artista que criou o ambigrama utilizado na capa americana de Anjos e Demônios. O nome do editor de Robert Langdon, Jonas Faukman, é uma brincadeira com Jason Kaufman, editor de Brown na editora americana Doubleday.
Um dos principais personagens de O Código Da Vinci, Leigh Teabing, é uma homenagem aos autores de O Santo Graal e a Linhagem Sagrada, Richard Leigh e Michael Baigent (Teabing é anagrama de Baigent).

Nota: Eu particularmente nunca li nenhum livro do autor e nao tive paciencia pra assistir os filmes, confesso que tentei mas  sao filmes que acho que devemos estar com a mente livre pra compreender e temos que prestar bastante atencao aos detalhes, como eu estava super dispersa sabia que nao conseguiria e resolvi deixar pra depois. Porém ao escrever a coluna de hoje me deu vontade de assistir ou ler algo dele (nao estou mais dispersa, agora virei uma menininha super focada,rs) entao vou comecar por um dos filmes e depois comento com voces o que achei.

Bom é isso, espero que tenham gostado e saibam que suas sugestoes sao sempre bem vindas! Obrigada Lariza!
Tenham todos um excelente domingo e uma semana abençoada!

Beijos!






Fontes: 
www.wikipedia.com.br/ www.cinemacomrapadura.com.br/ www.danbrown.com

7 Comentários:

Lariza Barbosa disse...

imagina eu acessando a página do nosso blog lindo e maravilhoso e vejo a minha sugestão.Fiquei feliz demais.O post ficou muito bem feito.Obrigada por ter aceitado a minha dica.Dan Brow é o que há de melhor e já que vc nunca leu um livro dele,comece por "Anjos e Demônios" livro perfeito,sensacional,espetacular etc etc.Foram os livros mais marcantes da minha fase adulta.LEIA LEIA LEIA  vc não irá se arrepender 
Beijos

João Victor . disse...

Oi ..

Parabéns pelo post :)

Ainda não li nada do autor, mas ele possui obras que parecem ser bem interessantes. Vou ver se me animo a ler algo dele.

Bjs!



João Victor – Amigo do
Livro


• Administrador/Dono


http://www.amigodolivro.blogspot.com/

Raphaela disse...

Oie Ká!

Ao contrario devocê, eu li todos os livros do DB e participei do frenesi de quando ele se alançou no mundo editorial e literário. Acho que ele tem uma mente fantastica e seus livros tras uma critica direta para a Igreja Catolica, principalmente em O Codigo da Vinci.

E assim, eu assisti so o Cosigo da Vincie e nao gostei. Pq? são como vc falou. Filmes com detalhes, vc tem que ter paciencia. E a verdade é que ficaram chatos e longos, nada comparado aos livros.

Beijokas! :*

Raphaela
Equalize da Leitura { http://equalizedaleitura.blogspot.com/ }
@EqualizeLeitura 

Anie Rezena disse...

Nossssa, supimpa!
Selene
Blanchard

Blanc –
ModaeEu.blogspot.com

Espero sua
visita!

Camilla Leitte disse...

Dan Brown é puro amor *-*
Ele é um dos meus favoritos! :)
Beijão!
Camila Leite
@sonhospontinhos
http://sonhosentrepontinhos.comhttp://sonhosentrepontinhos.com

Ricardo Biazotto disse...

Acho o Dan Brown um autor fantástico, pela sua escrita e pela forma como ele criou suas obras. Impossível não devorar seus livros e esperar por mais histórias escritas por ele. Espero que não demore pra o próximo ser lançado rs
Mas infelizmente ainda não li os livros que ele escreveu ao lao da esposa :/
Um ótimo post *-* Parabéns!!

Beijos
Ricardo - www.overshock.blogspot.com

Carol disse...

Quem é que não gosta de uma conspiração, né não?? Principalmente se isso envolve a Igreja Católica ;)
O código da Vince é realmente uma jogada de Mestre...não posso falar muito, porque só vi o filme, mas acho difícil o livro ser menos magistral que a versão cinematográfica...
Dan Brown soube fisgar o público direitinho!

Ainda leio esse livro=/

Bjos

livrosechocolates.blogspot.com

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