Resenha: "Aprendendo a Seduzir" de Patricia Cabot

terça-feira, 27 de março de 2012



Edição: 1

Editora: Planeta do Brasil (Essência) 
ISBN: 8576655098
Ano: 2010
Páginas: 368
Tradutor: Olga Cafalcchio

Sinopse: Durante um baile, Lady Caroline Linford abre a porta de um dos cômodos e flagra seu noivo, o marquês de Winchilsea, nos braços de outra mulher. Para a sociedade vitoriana do século XIX, tais escapulidas masculinas eram normais, e cancelar o casamento seria impensável. O jeito, decide a jovem, é aprender a ser, ao mesmo tempo, a esposa e a amante, para que o marquês nunca mais tenha de procurar outra mulher fora do lar. Por isso, resolve tomar lições - teóricas, claro - sobre a arte do amor com o melhor dos professores: Braden Granville, o mais notório libertino de Londres. Logo nas primeiras aulas começam a voar faíscas e as barreiras entre professor e aluna caem. Escrito por Meg Cabot, sob seu pseudônimo, esse romance vai mostrar que o amor escolhe seus próprios caminhos, sempre imprevisíveis. 
Gente, antes de tudo venho pedir desculpas pela minha ausência. Com toda a adaptação à Brasília e ao novo estilo de ensino na universidade - devo salientar, totalmente diferente de onde venho na minha amada Paraíba - não tive tempo de ler ou até continuar sendo colunista neste blog que tanto me acolheu pela primeira vez. Dana, obrigada por essa chance e espero que de agora em diante, eu consiga satisfazer minha cota de resenhas para nosso querido Feed.


Bem, então vamos direto para a minha crítica!


Hoje trago para vocês um livro divino. Sim, D-I-V-I-N-O! Afinal, gente, é da nossa Meg Cabot com o seu pseudônimo para os livros mais adultos, cheio de cenas picantes, Patricia Cabot.
Da própria sinopse, podemos sentir o toque especial e característico da autora. A protagonista, Lady Caroline Linford, é uma garota simples, porém tão determinada e forte, decidida em seus conceitos que queremos nos espelhar nela, apesar de algumas vezes, nós termos vontade de dar uma tapa na nuca pela lerdeza de atitudes. Contudo, isto é entendível; estamos no começo do século XIX, e já basta a sua melhor amiga, Emilly, de feminista nessa história! Sim, claro, há um romance; tão hot que gostaríamos de estar no lugar dela! Até porque todo ele começa com inocentes lições de "Como aprender a Seduzir" seu noivo com ninguém menos que o Lothário de Londres, o Maior Pegador - na linguagem vulgar - de toda a cidade que acabou ficando comprometido com a maior prostituta da região. Daí, você, leitor, imagina como foram cada sessão de aprendizagem. *aimaginaçãocorresolta*

Se fosse só isso já seria uma baita de uma história, principalmente aqueles viciados em pocket books que encontramos nas banquinhas espalhadas a torto e a direito, mas não. Meg, ops, Patricia, tinha que dar uma dramaticidade à história e nos envolver numa trama de jogo, bebida, sociedade inglesa, e muito mistério. Hé baby, só ela sabe fazer isso.

Como uma garota meiga, recatada da nobreza poderia se apaixonar por um novo-rico que aumentara sua fortuna pela venda de arsenal bélico? Como um Barão poderia ser tão bom no jogo, mas acabar perdendo uma significativa quantia de mil libras naquela época? Como os noivos dos protagonistas poderiam se envolver tanto e, no final, serem passados para trás por um amor que nenhum dos dois já experimentara? Confuso, não? Pois é. Só presta livro assim.
"Mesmo assim Jacquelyn - noiva de Braden - estava errada ao considerá-la uma garota comum. Ela não era comum. De jeito nenhum. Há mulheres que possuem atributos, como os de Lady Caroline, que à primeira vista podem parecer simples, sem graça, mas com o passar do tempo se tornam estranhamente mais atraentes. Esse tipo de atributos, Braden sabia, eram os mais perigosos."

Este é um livro que merece destaque na sua estante, seja na sessão dos Romances Históricos ou na coletânea dos livros da Meg, no meu caso. Sei que sou um pouco suspeita quanto ao livro, mas saibam que sim, fica em segundo lugar - só perdendo para Rosa de Inverno - nos livros da Patricia/Meg Cabot. Você se satisfaz só de ver o grande amor que Carol - para os íntimos - sente por Braden, e a transformação que ela faz nele. E quando ele percebe que a ama e vai atrás dela? Jesus, #queroessehomemparamim!
Merecidamente, 5 estrelas!

Classificação:


4 Comentários:

Karoline Rodrigues disse...

Adooooro cenas picantes, haha. Se usando o nome "Meg Cabot" ela já faz essas cenas, eu fico imaginando como são essas da Patricia, ui. Eu nunca li nenhum livro dela assim, mas tenho muuita vontade de ler. Amo de paixão os livros da Meg, mas infelizmente tenho pouquissímos por causa do preço )): Enfim, adorei a resenha e você me deixou com vontade de ler :D 

Beeeijão, 
Kaká Rodrigues - www.booksjournal.org

João Victor . disse...

Oi ..

Nossa .. Só leio críticas positivas a respeito dessa obra.
Nunca li nada da Meg, mas tenho muita vontade. Também alimento uma curiosidade de ler os livros dela lançados por esse pseudônimo. Todos parecem ser muito bom.

Ótima resenha!



João Victor – Amigo do
Livro


• Administrador/Dono


http://www.amigodolivro.blogspot.com/

Jeh Polato disse...

Uaaaau Pâmela!!
! Sim, eu adorei a resenha e já quero comprar o livro.Gosto muito da Meg mas nunca li nada dela como Patricia. E só pela sua resenha estou muito arrependida por perder tanto tempo. Nesse livro tem de tudo e tudo acontece, né?
Ah, história boa é assim..rsrsMuito boa a sua resenha. bjinhuxxxx

Fabíola Cordeiro disse...

Acabei de ler esse livro e estou APAIXONADA!!!!!!!!!!!!!! Quero um Braden para mim!!! E ainda mais sendo de época. Este livro tem tudo na medida certa!!

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