Resenha: Aposta na Sedução (Sara Craven)

quarta-feira, 9 de maio de 2012


Edição: 246
Editora: Harlequin Books
Ano: 2011
Páginas: 183

Ele sempre vencia... Tempos atrás, Joanna Vernon descobriu-se como prêmio máximo em uma perigosa aposta de carteado. Quando a última cartada fora lançada, o sorriso confiante de Vassos Gordanis revelou para ela quem era o vencedor e que ele tinha todas as intenções de usufruir de seu prêmio... Embora nenhum cenário fosse mais encantador do que a ilha particular de Vassos, para Joanna não passava de uma prisão com vista para mar Egeu e seu tom azul-turquesa. Na casa de Vassos esperava-se que uma mulher conhecesse seu lugar, e essa era a estratégia dele para ficar com todos os pontos!


Olá, mais uma vez. Vim falar sobre esse livro que achei semana passada em minha ida usual à banca do Seu Azevedo, local onde me abateço de livrinhos de banca há muito tempo. A sinopse pareceu muito interessante e comecei a ler em uma empolgação que só vendo. Mas eu preciso confessar que não sei bem o quê poderia falar desse livro. A história é boa e tem tudo pra dar certo, mas infelizmente não deu. O livro me prendeu do começo ao fim, juro, mas era só o meu desejo de ver a mocinha se manifestar de alguma forma, o que não aconteceu. 

O mocinho é um pecado, a própria tentação em forma de homem que tem tudo para ser aquele pecador que será redimido pelo amor de sua mocinha. O típico macho arrogante e prepotente que acha que a mulher é sua propriedade e uma privilegiada por ganhar a atenção dele. Como eu queria que essa remissão tivesse ocorrido!

Fiquei escandalizada de ver que realmente o pai dela, um homem nojneto e sem um pingo de vergonha na cara, a perdeu no jogo para Vassos. Como se fosse uma prostituta, Joanna foi vendida e, SIM, ela satisfez a ele como qualquer mulher comprada faria sem dar um pio de protesto que fosse. Um horror! No entanto percebi que esse comportamento dele também foi consentido por ela. Meu Deus! Ela não tem sangue nas veias. Que mulher aceitaria aquilo? Se ela tivesse revidado e mostrado ser uma mulher de fibra o livro teria sido maravilhoso.

Talvez se tivesse agido assim ela mudasse o coração dele e a forma de agir fazendo-o se arrepender de seus atos, mas ela simplesmente continuou a agir de forma covarde e vergonhosa. Não foi fiel sequer a seus próprios sentimentos. Pois mesmo apaixonada não se rendeu, nem “aproveitou” o prazer com ele, se é que me entendem. Essa foi a forma de “protesto “que a burra arranjou! Se ela tivesse ao menos se perdido em prazer e não resistido a ele eu ficaria calada, mas ela simplesmente se entregava sem corresponder em nada, parecendo um robô e depois ia embora. Repugnante!

Sem querer me estender demais só devo dizer que não sei, realmente não sei, se recomendo esse livro. Sim, a história desandou e se perdeu. Sim, os dois mocinhos são ridículos, mas mesmo assim me rendeu bons momentos de entretenimento e me satisfez. Às vezes é bom ler um livro que nos tira do sério e nos faz querer dar alguns socos nos personagens. Hehe! Enfim, deixo aqui minha opinião para que decidam por si sós se o lerão ou não. Espero as opiniões e até semana que vem!

3 Comentários:

Paula Alves disse...

Fiquei em dúvida se eu comprei ou não esse livro... tenho vários de banca que empresto antes mesmo de ler.
Voltando a resenha... tenho ódio de autor que escreve livro sem dar um desfecho decente. Se é pra ler alguma sem final feliz ou surpreendente, eu leria somente notícias de jornal. E até algumas delas se mostram interessantes no final.
Os mocinhos por natureza são lindos e irritantes, mas geralmente tomam vergonha na cara no fim do livro. E que mocinha uó!!! Não gosto da submissas em excesso, muito menos das conformadas com a desgraça. Gosto das mocinhas de fibra, que até podem não gostar dos mocinhos de cara, mas se apaixonam e lutam tanto por esse amor que acabam fazendo com que eles se apaixonem por elas.
Tomara que eu não tenha comprado esse livro, pq já tô com abuso desses 2. kkkkkkkk

Sthéfanie Paula Cachoeira Reze disse...

Amooooooooooooo isso!
:D

Fábrica dos Convites disse...

Estes livrinhos de banca são igual ao bis, impossível ler apenas um.
Bjs, Rose.

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