Resenha: Argo - Antonio Mendez & Mat Baglio

sábado, 1 de dezembro de 2012

Título: Argo
Autor:Antonio Mendez & Mat Baglio
Edição: 1
Editora: Intrínseca
ISBN: 9788580572445
Ano: 2012
Páginas: 256
Tradutor: George Schlesinger



Sinopse: Em 4 de novembro de 1979, os funcionários da embaixada dos Estados Unidos em Teerã são surpreendidos pela invasão de um grupo de militantes, que faz 52 reféns. Em meio à confusão, seis diplomatas conseguem escapar e encontram refúgio na residência do embaixador do Canadá. Mas Tony Mendez, especialista em disfarces da CIA, sabe perfeitamente que é apenas uma questão de tempo até que sejam encontrados. Para retirá-los do país, ele concebe um plano muito arriscado, digno de cinema. Disfarçando-se de produtor de Hollywood e apoiado por um elenco de agentes secretos, falsificadores e especialistas em efeitos especiais, Mendez viaja para Teerã a pretexto de encontrar a locação perfeita para um falso filme de ficção científica chamado Argo. Neste livro, ele revela todos os detalhes da complexa operação que aliou o alto escalão de Hollywood ao mundo da espionagem. 

Faz um tempo que já terminei de ler esse livro, porém resolvi publicar essa resenha apenas quando assistisse ao filme, já que ele inspirou o longa metragem homônimo protagonizado e dirigido pelo boy magya Ben Affleck, o que realmente só aconteceu na última sexta feira. Resultado: o filme é bem melhor que o livro. Sim, esse é um dos poucos casos em que o filme é bom e o livro é apenas mediano.

Argo conta a história de Tony Mendez um agente da CIA que trabalhou no resgate de seis diplomatas americanos presos no Irã durante um momento tenso da história. Para isso ele criou um filme fictício que seria rodado em terras iranianas, enganou o governo, a polícia, fanáticos religiosos, etc.

A capa é uma das coisas que chamam atenção logo de início ao livro, a diagramação está bastante satisfatória, apesar da narrativa ser bem monótona e das notas de rodapé que mais uma vez vem ao final do livro, o que incomoda e atrapalha bastante a leitura.

          Enquanto no livro Tony me parece o típico agente secreto xenófobo, no filme o personagem ganha vida como um homem preocupado com os reféns, solitário e com um quê de mistério. Durante toda a minha leitura eu achei a história contada entediante e qual não foi a minha surpresa ao assistir ao filme e não conseguir ficar parada um só instante na cadeira?  Esse é um dos poucos livros que posso afirmar que se deve primeiro assistir ao filme para depois ler o livro!

Trailer do filme

Classificação

2 Comentários:

Cristiane Silva disse...

Acho que não conheço esse livro... Devo ter deixado passar, ou nem lembro. Mas nada me vem a cabeça mesmo. Lendo a resenha deu pra conhecer, mas não é meu tipo de livro. Pra filme já é outra história, aí deve ser bom. Mas livro assim? Não...Pra mim não serve.

Carolina Durães disse...

Boa noite Priscila, tudo bem?
Esse é mais um livro que eu desejo e já está na minha longa listinha rs...
Beijos

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