Resenha: A Bibliotecária (Logan Belle)

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Edição: 1
Editora: Record
ISBN: 9788501402165
Ano: 2013
Páginas: 283
Tradutor: Ryta Vinagre
Sinopse - A Bibliotecária - Logan Belle
A jovem Regina Finch acaba de chegar a Manhattan para trabalhar na Biblioteca Pública de Nova York. Mas o que parecia ser a promessa de uma rotina tranquila em meio a clássicos da literatura logo se revela um irresistível jogo de sedução quando ela conhece o envolvente Sebastian Barnes, investidor da instituição e um dos homens mais cobiçados da cidade, que fica obcecado pela beleza da bibliotecária. A até então ingênua Regina se entrega a um crescente e selvagem desejo que parece consumi-la mais a cada dia, uma paixão que despertará na jovem sensações jamais imaginadas. 

A Bibliotecária é um livro HOT que aborda o BDSM, até então não se torna uma novidade porque está em alta esse estilo e não se difere muito dos que já li e muitos outros já lançados com o mesmo tema.

Ele conta a história de Regina Finch, uma bibliotecária recém-formada, que acaba de chegar na “Big Apple” e começa a trabalhar no emprego de seus sonhos, na Biblioteca Pública de NY. A idade dela não dá pra saber, até porque a autora não nos informa (eu já não gosto disso), mas em alguns comentários da própria personagem, ela deve ter entre 23 e 26 anos. E como já está virando moda nesse tipo de livro, ela é VIRGEM, isso mesmo, já está virando clichê, acho que deve ser para tornar o clima mais “romântico” na hora das cenas mais quentes.

E olha que Regina é virgem em tudo, tipo ela nunca viu um homem nu, dá pra acreditar?! Suas únicas “experiências” sexuais foram se masturbar sozinha em seu quarto – um hábito recente por sinal. Depois que se mudou para grande cidade e começou a dividir o apartamento com Carly, uma jovem filhinha de papai, cheia de futilidades e com uma agenda lotada de amizades coloridas, se é que vocês me entendem. São as atividades da colega do quarto ao lado e seus diferentes parceiros que acabam despertando a libido de Regina. 

Daí aparece em sua vida, nada mais nada menos que ele, o riquíssimo, o lindíssimo, o gostosíssimo, fotógrafo e conselheiro da Biblioteca onde trabalha: Sebastian Barnes. Gente ele é o cara que mexe com ela de uma forma que Regina fica incapaz de até fazer suas atividades secretas em seu quarto. 

O cara é tão dominador de um jeito que a deixa sem ação de tomar suas próprias decisões, mas como falei desde o início esse livro não é muito diferente dos outros, por exemplo, ele se compara com 50 tons de Cinza. É nessa hora que vocês gritam: NÃO, POR FAVOR, NÃO SEJA IGUAL AO 50 TONS!!!

Calma, calma meninas, A Bibliotecária se parece em contexto, porém sua escrita é melhor e não é repetitivo. Já estou escutando vocês suspirarem e dizer: UFA, QUE ALÍVIO! (rsrsrsrs).

Até onde fiquei sabendo, este livro é volume único – Graças a Deus! Achei uma história boa, li em apenas um dia praticamente, é divertida e bem previsível. Poderia caracterizá-lo como um passatempo, pois não é daqueles que se torna o queridinho, mas também não é uma história ruim, pelo menos na minha opinião.

A capa é bem bonita, a modelo parece muito com as características da personagem principal. Na diagramação achei dois erros de digitação, um deles faltava uma letra na palavra e o outro encontrei duas palavras que estavam juntas, ou seja, sem espaçamento entre elas, mas não é nada que atrapalhe a leitura.

Eu até indico esse livro, mas não como: PARE TUDO E LEIA AGORA! Mas o considere como aquele de distração, uma leitura despretensiosa e divertida. 

Espero que tenham gostado e até a próxima!

21 Comentários:

Sabrina Castro disse...

Oi, Camila.
Quando você citou 50 tons, já desanimei, mas só de saber que é ÚNICO, ganhou uns potinhos comigo. Não conhecia o livro, mas vou já dar uma fuçada na net pra ver o valor e quem sabe comprar. Minha fila está carregada, mas uma leitura dessa sempre tem que ter, né? É rápida e distrai depois de ler algo tenso e sem graça.


xoxo

Katielle Borba disse...

Oiiii,
Olha, eu não gostei muito deste livro. Acho que ele poderia ter sido mais desenvolvido em todos os aspectos. Sebastian é um maravilhoso, so que no início ele é super dominador aí depois do nada já ama e vamos ser felizes para sempre. Acredito que a autora errou, poderia ter explorado muito mais já que o livro tem poucas páginas, eu gostaria de saber como Regina iria se portar na hora em que o livro com as fotos fosse publicado.
Beijos.
Katielle

DreehLeal disse...

Quando eu vi quer era uma resenha desse livro corri para ler, mas desanimei na primeira linha. Não aguento mais BDSM. Sério, nada contra romances hots, mas dominação já está ficando chato. E tinha de tudo para ser um bom livro. Porque não uma menina normal, que foi trabalhar na cidade grande se deparou com um cara diferente e bla. Enfim, acabou com minhas esperanças com o livro. Mesmo sendo recomendado, já cansei dessas mesmice =/

Beeijos, Dreeh.
Livros e tudo que há de bom

Camila Rocha disse...

Oi Katielle, também fiquei com curiosidade pra saber como ficaria depois disso, mas tenho medo de continuações, principalmente desse livro rsrsrsrs

Camila Rocha disse...

Oi Dreeh, eu já gosto um pouquinho de BDSM, não que eu curta ele em si na vida real, mas o que curto mesmo é como o cara de dominador vira o mais romantico do livro, mas ao que se refere a esse livro em especial eu achei fraquinho, pra mim tem melhores rsrsrsrs

Camila Rocha disse...

Oi Sabrina, ele segue o estilo 50 Tons, mas não é repetitivo. Porém não é o preferido entendi?! é só como uma leitura para distração mesmo.

Manu Hitz disse...

Puxa... desanimei. Adorei a capa e esperava mais que uma história erótica, com clichês espalhados nas páginas e, como sempre, mais um garanhão rico, bonito e que adora submeter suas 'vítimas'. Detesto isso, viu? Meu lado feminista desperta.
Como todos já sabem, não curto os livros eróticos. Ainda procuro uma boa história de amor, que pode ter cenas quentes, sim, mas que não me conte pormenorizadamente o que um casal faz, prefiro quando insinua.

Camila Rocha disse...

Oi Manu, eu te recomendo a minha autora preferida, Best da Best - Bella André. Você já leu os Sullivans? Tem tudo isso que vc quer e muito mais rsrsrsrs

Manu Hitz disse...

Ah é, bem recomendado, Camila. Me falaram bem dessa série, devo começar por ela. Obrigada!

aninha disse...

é mesmo, nem chega a ser uma novidade, mas parece ser bem interessante. rs pela resenha, a gente percebe que não é nada tão O QUE LIVRO FANTÁSTICO, mas a autora deu uma passeada em uma das fantasias que povoam os contos eróticos. ela também podia ter ficado no romance hot, sem clocar BDSM de novo.

Leiliane Santos disse...

Mulher com uma beleza espetacular, mas ingênua e pura, somado a um Homem poderoso, lindo e cobiçado, tudo se passando na cidade New York. Parece ser mais do mesmo, mas eu gosto de mais do mesmo, então vai entrar para a minha lista.

Gosto de BDSM, e apesar de ser um tema 'batido' (principalmente para mim que leio muita fanfic) ainda me interesso em ler histórias novas, porque nenhuma é igual a outra.



Quando eu puder, com certeza irei ler.

Patricia Andrea Peña disse...

Oi Camila!
Eu gostei muito do livro, achei ele, gostoso demais, um ótimo passatempo!

Bem que podia ter continuação ;)
Pati

Danielle CGA Souza disse...

Oi Camila, eu gostei muito da capa, mas o título foi o que mais me encantou.
Trabalhar numa biblioteca. Aiiii. *-*
Ah também não gosto quando a idade não fica clara, essa de ser vidente não rola, nem cola. =(

E sim pensei mesmo "UFA" ao saber que não tem os 'problemas' de 50 tons. Vou dar uma lida assim que possível. =)

pamela M. disse...

Eu estava louca pra ler esse livro desde que vi a capa. Mas eu li e não gostei muito não. Até gostaria mais se a história fosse melhor explorada e não é isso que acontece. Achei tudo muito superficial. Parece que a história foi toda despejada no livro, sem pé nem cabeça. Uma pena.

Bjs

Rafaela Saturnino disse...

Eu adorei essa capa e estava louca pra ler esse livro, mas quando li não gostei. Eu achei muito mal construído e os personagens principais não me convenceram nem um pouco :/
Beijos

Taiane disse...

Kkkkkkk eu realmente fiz UFA quando você falou que nao era igual a 50 tons!!! Adorei sua resenha e eu gosto de livros assim. Pretendo ler em breve. Abraços

Francine Porfirio disse...

Finalmente leio uma resenha de A Bibliotecária! :D
Menina, esse livro não me atraiu pela sinopse, mas pela capa... E já estava aguardando as opiniões dos leitores para saber, realmente, se o livro é interessante.
Agora vejo que rende um entretenimento agradável (e que não é como 50 Tons, rs). Tudo bem, há clichês do tipo que te faz sentir arrepios de antecipação para uma possível decepção, mas acho que a autora dosou adequadamente os elementos da história e manteve os pés no chão. Ora viva! Quem diria que teria vontade de conhecer A bibliotecária? (rs) Só acho que a personagem tinha TUDOOOO para se envolver com um cara gostosíssimo e cativante sem ser RICO! Por que tem que ser rico, meu Deus!? Se ela estava morando num apartamento com uma colega, poderia ter um vizinho... um parente dela... o que valha! Mas, como sempre, não basta o homem ser BOM, tem que ter $$$$.
Clichês, mas que não parecem tornar a leitura desagradável. :) Enfim, lerei.

Cristiane Silva disse...

Hummm, vendo agora até animei um pouco, mas ainda acho imitação de 50 tons. Qualquer livro que sai desse gênero agora e não tem muito desenvolvimento além, ou me faz pensar naquele livro, é imitação de 50 tons pra mim. Que horror...
Cadê uma inovada, galera? Uma história com personagens diferentes, ou sei lá, contada por um homem...seria uma mudança...

Nardonio Alves disse...

Sinceramente, romances eróticos que abordam moças virginais, homens ricos e controladores, e principalmente BDSM, perdem muitos pontos comigo. Ou seja, esse eu passo!

@_Dom_Dom

Ana I. J. Mercury disse...

Me lembrou o 50 tons, porém, acho que não o leria, prefiro um hot mais autêntico, rsrsrsrs
bjoss..

Natyla Peixoto disse...

Menina, nunca tinha parado para ler a sinopse desse livro. Pela capa acreditava ser uma história completamente diferente. O problema desses livros é que as autoras forçam tanto com essa questão da inexperiência.

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