Resenha: A Filha do Louco (Megan Shepherd) - Filha do Louco - livro #01

quarta-feira, 30 de abril de 2014



Título: A Filha do Louco
Autor: Megan Shepherd
Edição: 1
Editora: Novo Conceito
ISBN: 9788581631547
Ano: 2014
Páginas: 416
Tradutor: Ivar Panazzolo Júnior



SinopseJuliet Moreau construiu sua vida em Londres trabalhando como arrumadeira - e tentando se esquecer do escândalo que arruinou sua reputação e a de sua mãe, afinal ninguém conseguira provar que seu pai, o Dr. Moreau, fora realmente o autor daquelas sinistras experiências envolvendo seres humanos e animais. De qualquer forma, seu pai e sua mãe estavam mortos agora, portanto, os boatos e as intrigas da sociedade londrina não poderiam mais afetá- la... Mas, então, ela descobre que o Dr. Moreau continua vivo, exilado em uma remota ilha tropical e, provavelmente, fazendo suas trágicas experiências. Acompanhada por Montgomery, o belo e jovem assistente do cirurgião, e Edward, um enigmático náufrago, Juliet viaja até a ilha para descobrir até onde são verdadeiras as acusações que apontam para sua família.



           A Filha do Louco escrito pela Megan Sheperd é o primeiro livro de uma série intitulada Filha do Louco e baseada no romance do escritor britâncio H.G Wells, The Island of Moreau, os personagens como Moreau são os mesmo do livro escrito por H.G. Wells, só que essa série retrata a vida de Juliete, filha de Moreau. Aqui no Brasil, A Filha do Louco foi lançado pela editora Novo Conceito.


            Juliete é a filha do Dr. Moreau, que vive em Londes e após seis anos do escândalo que destruiu sua família e a deixou na miséria, mora em uma pensão e  trabalha como faxineira na universidade onde seu pai era professor. Quando ela encontra um dos papéis de seu pai sobre vivissecação na faculdade, ela encontra Montgomery, um criado que desapareceu junto com o pai na época do escândalo e que conta a ela que seu progenitor está vivo e vive em uma ilha. Ao quase ser estuprada, por um professor da universidade e conseguir escapar, Juliete tem que sair de Londres e resolve então ir ao encontro do pai, embarcando com Montgomery num navio que levará não só os dois, mas Balthazar um estranho homem deformado e as encomendas excêntricas de seu pai de volta a ilha. No caminho eles resgatam do mar um misterioso náufrago: Edward Prince, com um passado vago e que se apaixona rápida e perdidamente por Juliete.  Ao chegar na ilha, Juliete percebe que seu pai está criando coisas estranhas que vão além de toda a crueldade que ela pensou poder existir e quando estranhos assassinatos começam a acontecer e os habitantes macabros da ilha se revelam, Juliete decide tirar Edward e Montgomery da ilha o mais rápido possível.

            Esse é um daqueles livros que lembram outro que não é aquele que ele e baseado. Durante a leitura eu fiquei pesando direto em Frankstein, uma outra obra britância e realmente não consegui me conectar com a obra como um todo.  A história é boa, tenho que reconhecer, o modo como os acontecimentos se desenrolam e a identidade do assassino em si surpreendem, o que me desagradou e foi o principal motivo desse livro ter levado três estrelas foi o final, eu sinceramente não curti, esperava que fosse diferente. Juliete é uma garota esperta que teve que se virar quando o pai a abandonou e a mãe morreu de tuberculose, a personalidade dela me chama atenção no começo do livro, mas com o passar das páginas ela se torna um pouco confusa sobre si mesma, talvez por que seja muita coisa pra digerir sobre seu próprio passado. Montgomery é atormentado, mas tem um coração bom, ele ama incondicionalmente e de forma avassaladora. Já Edward é um mistério do começo ao fim.

            A capa desse livro é bonita, o que já é um avanço em padrões Novo Conceito, me deu certa agonia com essa mulher meio correndo na praia e o livro é meio agoniado mesmo, então acho que deu certo. O destaque vai para a diagramação que traz uma estampa bem feminina no começo de cada capítulo e uns desenhos que lembram de longe algo como a cadeia de DNA nas bordas das páginas. Como é uma série, pretendo ler o resto para ver se ela muda o final, ainda estou inconformada. 

              Para quem tem interesse, The Island of Dr. Moreau tem filme, vou deixar aqui embaixo o trailer para vocês:

         

7 Comentários:

Jéssica Maria disse...

Nossa o livro parece meio agonizante, pq sei lá é louco, mas me deu uma vontade de ler.

aninha disse...

pra começo, eu me surpreendi com o enredo do livro, pensei que fosse um romance mais pra Nora Roberts rsrs. é tipo uma ficção científica (?) não deixa de ser interessante, essa áurea de suspense, mistério envolvendo as experiências que o pai Juliete faz, dão uma boa segurada na trama, mas fiquei com medo desse final =/ ñ sei o que acontece com essas autoras que escrevem livros bons e no final fazem palhaçada. é esperar que nas continuações melhore mesmo. a capa é um milagre para a Novo Conceito, bonita e de bom gosto. aparecendo oportunidade, eu leio sim =)

Tamiris Leitão disse...

Eu imaginava que esse livro fosse um suspense, mas não tinha nada haver com o que ele fala. Acho que o que me conquistou desde o princípio foi a capa, achei essa capa elevadíssima com relação as outras capas da NC. Acho que o nome da história se identifica com a própria história em si, e fiquei triste com os comentários negativos sobre a obra, levando em consideração que eu tinha me apaixonado pela sinopse. Enfim, se tiver a oportunidade, o lerei.

Jack Moura disse...

Assim que vi a sinopse e a capa do livro, alem do nome sinistro, eu decidi logo que nao leria de jeito nenhum. ate que comecei sua resenha e fiquei *o* que maximo essa parte em q ela vai em busca do pai e encontra um gato no meio do mar kkkkk ja shippo :X .. mas ai começo a pensar sobre esses moradores macabros e volto a pensar: eu n gosto de livros macabros kkkkkkk entao n sei se lerei

Pamela Liu disse...

Não me interessei muito pela trama. Lembrou mesmo um pouco Frankstein e Marina, do Zafón, por causa das criaturas estranhas criadas.
Não é muito o meu tipo de leitura.
Mas, achei a capa em bonita.

Lucas Goulart Duarte disse...

Nunca tinha ouvido falar sobre esse livro e nem sobre o filme. O filme parece ser bem ruim - o trailer e a nota no imdb comprovam. Já o livro parece ser razoável.


Eu até leria, caso não tivesse mas o que ler.

Fábrica dos Convites disse...

Oi Priscila, também fiquei incoformada com o final, mas sendo série acho que deu para entender.
Bjs, Rose

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