Resenha: O Feitiço Azul (Richelle Mead) - Bloodlines #03

quarta-feira, 14 de maio de 2014



Título: O Feitiço Azul
Autor: Richelle Mead
Edição: 1
Editora: Seguinte
ISBN: 9788565765367
Ano: 2014
Páginas: 416
Tradutor: Guilherme Miranda

Sinopse: A atual missão da alquimista Sydney Sage fez com que ela revisse seus conceitos não só sobre os vampiros, mas também sobre a própria organização à qual pertence, responsável por esconder a existência dessas criaturas do resto da humanidade. Sydney acabou descobrindo um grupo dissidente que tinha muito em comum com os alquimistas, mas objetivos bem mais radicais. Certa de que seus superiores estão guardando segredos sobre essa facção paralela, ela contará com a ajuda do misterioso ex-alquimista Marcus Finch para tentar desvendá-los. Mas isso só será possível se ela conseguir escapar de uma ameaça ainda mais urgente; uma feiticeira cruel que suga a alma de jovens usuárias de magia. Enquanto isso, a garota luta contra os sentimentos cada vez mais fortes pelo rebelde vampiro Adrian Ivashkov. Há tabus e preconceitos milenares arraigados entre as duas raças, que representam um obstáculo enorme para esse relacionamento. Mas Adrian é persistente e é o único em quem ela confia para enfrentar as ameaças que se aproximam. Será que Sydney conseguirá se libertar do seu modo de vida e se render a esse romance?


O Feitiço Azul é o terceiro livro da série Boodlines escrito pela Richelle Mead e publicado aqui no Brasil pela editora Seguinte. Quem acompanha o blog sabe que a Richelle é uma das minhas autoras favoritas e sim eu estava em cólicas para ler esse livro, qual não foi minha surpresa quando ele chegou assim que eu voltei de viagem?

Nesse terceiro livro vamos acompanhar Sidney em um casamento moroi, desvendar o segredo do misterioso Marcus, o homem da tatuagem azul que fugiu dos alquimistas por um motivo até então desconhecido e vamos nos envolver junto com Sidney um pouco mais com magia. Quando Sid retorna do casamento de Sonya, é envolvida numa trama onde tem que encontrar a irmã bruxa do mal de sua professora e mentora no âmbito da magia, pois ela está sugando a juventude e o poder de  várias garotas. Nesse meio tempo a alquimista ainda tem de lidar com o possível envolvimento de seus superiores com caçadores de vampiros e com os segredos que Marcus irá lhe revelar. E apenas para coroar a situação ainda temos Adrian! Ah, Adrian e a declaração de amor acompanhado do beijo que Sidney não consegue esquecer.

Antes de tudo sobre esse livro eu preciso dizer:



Tô tentando me controlar e não ficar soltando uns “awns” “oins” ao escrever essa resenha, para os fãs de Sydrian: ESSE LIVRO É TUDO!

Agora falando sério ok? O livro ainda é todo escrito em primeira pessoa, ou seja mais uma vez acompanhamos Sidney Sage aonde quer que ela vá e temos acesso a todas as impressões e sentimentos dela. Adrian continua sendo o Adrian e arrancando suspiros, risadas, acessos de raiva e toda a montanha russa de emoções que sentimos junto com Sidney. É importante dizer que nesse livro dá para sentir uma evolução muito grande em quase todos os personagens, Adrian cresceu, claro que ele continua sendo sarcástico, mas agora já podemos ver um Adrian diferente dos livros anteriores. Sidney que já vinha mostrando mudanças desde os livros passados se torna um personagem muito mais livre e muito menos paranoico. Agora o meu grande destaque vai para Jill Dragomir ou Mastrano, ainda não acostumei e nunca sei qual dos dois sobrenomes usar, acontece que nesse livo é uma personagem totalmente diferente, quem não lembra o quanto essa personagem me irritava? Hoje eu posso dizer que ela começou a mudar aos meus olhos. Eddie ainda é um dos meus guardiães favorito. A única personagem que ainda me incomoda e que eu ainda tô achando desnecessária na trama é a Angeline. Porém tenho plena convicção que ela terá sua utilidade mais na frente, assim como todos que estão nessa trama. Aliás, Richelle Mead é mestre em transformar meros detalhes em grandes acontecimentos, tudo sem seu propósito e absolutamente nada está na trama por acaso.

As capas dessa série são incríveis e a de O Feitiço Azul não poderia ser diferente, toda em azul com fonte preta, ela ainda é fosca o que traz um toque todo especial. A diagramação está impecável, nada de erros ou problemas com fonte ou folha. Enfim, não canso de recomendar Richelle nunca!