Resenha: Santuário (Meg Cabot) - Desaparecidos Livro #04

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014



Título: Desaparecidos
Autor: Meg Cabot
Edição: 1
Editora: Galera Record
ISBN: 9788501088208
Ano: 2014
Páginas: 256
Tradutor: Ana Death Duarte


Sinopse: Jess Mastriani, conhecida como a Garota Relâmpago, é capaz de encontrar pessoas desaparecidas. Quando atos de vandalismo começam a ocorrer e seu vizinho é encontrado morto em circunstâncias muito violentas em um milharal, ela se vê no meio de um plano muito perigoso. Jess terá que engolir o orgulho e juntar forças com o FBI para entrar no santuário de arruaceiros capazes de cometer as maiores atrocidades em nome de seus preconceitos.

             Santuário é o quarto livro da série Desaparecidos, escrito pela Meg Cabot e publicado aqui no Brasil pela Galera Record. Claro que eu não sabia que era uma série, claro que eu nunca tinha lido os outros livros dessa série e claro que eu não precisava também (esse último eu só descobri depois).



            Jess Mastriani é uma garota de dezesseis anos que foi atingida por um raio e que depois disso passou a ter um estranho poder: ela sabia encontrar qualquer pessoa desaparecida do planeta ao olhar uma foto dela. Nesse livro, Jess terá a missão de encontrar um garotinho que foi raptado durante estranhos episódios de preconceito racial que estavam acontecendo na cidade. Tentando esconder do FBI que ainda tem seus poderes e tentando lidar com sua relação com o namorado Rob ela vai embarcar no meio de uma tremenda confusão.

            O livro é todo escrito em primeira pessoa e nossa narradora é a Jess, como falei não seria preciso ler os outros livros antes, pois a narradora nos conta um pouco do que aconteceu nos três volumes anteriores durante o livro, mesmo assim eu li né?

            Jess como narradora não é um total desastre, na verdade ela é bem engraçada, pois constantemente ela divaga sobre várias coisas, na maioria das vezes porém é sobre Rob e sua obsessão em fazer ele ceder, pois ela é menor e Rob já tem mais de dezoito anos.

            Eu gosto bastante do casal, Rob é esquentadinho e ela provoca ele de propósito para arrancar uma reação, na maioria das vezes não é a que Jess espera o que só deixa as coisas ainda mais engraçadas.  Eles juntos são uma graça, principalmente por que a relação deles não é exatamente um namoro, o que Jess tenta mudar a todo custo.

            A relação dela com os irmãos também é engraçada, sendo ela mais próxima de Douglas (que é o irmão problemático), o pai de Jess é ótimo, mas a mãe dela dá vontade de socar a cada duas páginas, o mesmo sentimento se aplica a Ruth, sua melhor amiga.

            Essa capa é meio sem graça né? Mas ela tem tudo a ver com a história. Eu amei a diagramação com folhas amarelas, fonte e margens bem cuidadas. Gostei também da tradução. Enfim, para os fãs de A Mediadora achei essa série com a mesma “pegada”.