Resenha: As cores do entardecer (Julie Kibler)

sexta-feira, 9 de outubro de 2015



 Autora: Julie Kibler
 ISBN-13: 9788581635910
 ISBN-10: 8581635911
 Ano: 2015 / Páginas: 352
 Idioma: português
 Editora: Novo Conceito

Sinopse: A sonhadora Isabelle e o determinado Robert desejavam, com todas as suas forças, se entregar à paixão que os unia. Mas uma jovem branca e um rapaz negro não poderiam cometer tamanha ousadia em plena década de 30, em uma das regiões mais intolerantes dos Estados Unidos, sem pagar um preço muito alto. Diante dos ouvidos atentos da cabeleireira Dorrie, a história do amor trágico e proibido se desdobra, enquanto mudanças profundas se instalam em sua própria vida. Com personagens humanos e, por isso mesmo, memoráveis, As Cores do Entardecer mostra que as relações afetivas muitas vezes são mais profundas que os laços de sangue. A cada etapa da viagem de Isabelle e Dorrie, as lições sobre otimismo e fé se multiplicam.

Lançado em 2015, o livro As Cores do Entardecer traz um narrativa contra o preconceito, mostrando uma garota branca de 17 anos, pode se apaixonar por um garoto negro e viver um romance, que vai mesmo assim contra sua família, e principalmente contra as ideias de sua mãe.

Isabelle, uma garota de 17 anos que tem um pensamento muito diferente de sua família, tirando seu pai. Ela tinha uma relação carinhosa com as empregadas de cor, tinha Nell como sua irmã e Cora como uma mãe postiça. Em um erro de adolescente, Isabelle vai a um “bar” e quase sofre abuso, porém naquele momento Robert chega e a salva, a partir daí um sentimento cresce dentro dela, um sentimento de amor por Robert.

Ambientada entre os anos 30 e começo dos anos 40, uma relação entre eles não podia existir, já que ser negro significava ser um animal, um empregado dos outros. Robert não, ele era algo mais, um cara que buscava um futuro por trás de tudo isso, queria ser médico. 

Um clichê de amor impossível, o que mantém a história viva é saber se no final eles ficam juntos. Realmente não me interessei muito pela história, por ser igual a muitas que já vi, uma grande reviravolta é apenas o final. 

Um detalhe é que ela também se passa durante uma viagem de carro, no qual Isabelle já está numa idade avançada e precisa fazer uma viagem de carro com sua cabeleireira Dorrie, no caso a que narra os dias atuais e que escuta a história de Isabelle. 

Dorrie é provavelmente a personagem mais chata da história, suas falas até meio que te cansam pelo fato de ser apenas sobre o marido bêbado, o filho rebelde e o futuro amor da vida dela. A história em si devia ser totalmente em Isabelle, sem precisar da Dorrie, já que só em alguns capítulos ela se faz necessária.

A leitura é um pouco entediante, levei alguns dias para terminar, mesmo sendo poucas páginas, por ser um tema muito abordado, o preconceito de antigamente mudou em algumas coisas, porém ainda existe por isso, pode ter certeza que é uma crítica a sociedade, em como ainda existem pessoas que olham com desprezo as outras. 

Não vi sentido na capa, um pouco incoerente com a história, mas a ortografia está perfeita sem nenhum erro. Romance não é meu gênero favorito, já que alguns são repetitivos, e como disse esse é um clichê. Mas se vocês gostaram do livro, por favor deixem seus comentários e me digam o porquê!

Boa leitura!

Resenhado por Carolina Sousa.

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