Resenha: Monster in His Eyes (J.M. Darhower) - Monster in His Eyes #1

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Título: Monster In His Eyes
Autora: J.M. Darhower
Editora: Lançamento Independente
ISBN-13: 9781497585362
ISBN-10: 1497585368
Edição: 1
Ano: 2014
Páginas: 350

Sinopse: Ignazio Vitale não é um homem bom.

Eu suspeito disso, na primeira vez que o vi, senti o ar de perigo que o rodeia. Ele tem uma forma de comandar a atenção, de tomar o controle, de saber o que eu estou pensando antes mesmo que eu saiba.

É alarmante e sedutor. É sombrio e mortal. É tudo que eu sempre quis, mas é a última coisa que eu realmente preciso. Obsessão.

Não demorou muito para ele me atrair para sua teia, encantando-me em sua cama e me prendendo em sua vida, uma vida que eu não sei nada até que seja tarde demais. Ele tem segredos, segredos que não posso compreender, segredos que fazem com que eu não possa ir embora, não importa o quanto eu lhe peço para me deixar ir. Eu vejo isso em seus olhos, às vezes, uma escuridão que é ao mesmo tempo assustadora e emocionante. Ele é um monstro, embrulhado em um pacote bonito, e o que eu acho quando o desmascaro muda tudo.

Eu quero odiá-lo.

Às vezes eu o odeio.

Mas isso não me impede de amá-lo, também.




Monster in His Eyes é o primeiro livro da duologia de mesmo nome de J.M. Darhower.

Karissa Reed é uma jovem caloura da Universidade de Nova York, que aos 18 anos foi para a cidade grande sozinha, mas contra os desejos de sua mãe paranóica que a criou sendo super protegida. Não sendo de fazer muitas amizades, sua única e melhor amiga é Melody, sua colega de quarto.

Sua vida é estudar, tranquilizar sua mãe de que a cidade não fez mal a ela e ser arrastada para festas por Melody. Tudo é normal e tedioso até que ela conhece o homem que vira sua vida de cabeça para baixo. Ignazio “Naz” Vitale é um homem de 36 anos, com olhos sombrios e um ar de perigo, ele a envolve em seu mundo de um jeito que nem ela sabe explicar.

"Meu nome é Ignazio."

Minha testa franze em confusão em seu nome único, minha reação fazendo com que sua expressão dura se quebre. Ele sorri novamente, desta vez deixando escapar uma risada leve.

"Você pode me chamar de Naz, se você preferir", diz ele.

"Naz". O nome soa estranho na minha língua. "Eu nunca conheci um Naz antes."

"Eu gosto de pensar que sou único."

Após eles se encontrarem casualmente algumas vezes, Naz a convida para um jantar, uma noite que termina como o melhor sexo da vida de Karissa. Naz lhe avisa que não é um homem bom e que se isso que eles tem for em frente, ele não irá deixá-la ir, mas ela pede que ele fique. Ela sabe que ele tem uma vida cercada por pessoas perigosas, ela sabe o que ele faz sem que ele precise dizer, mas isso não impede que ela fique cada vez mais apaixonada por Naz.

Naz é como um grande sinal de neon piscando 'perigo', seu olhar é cheio de segredos, de dor e escuridão, mas é difícil ler esse livro e não suspirar com seus momentos românticos, querer ver seu sorriso de covinhas, e até sentir certo calor com seu lado mais primitivo e dominante. Eu amo o Naz, não tem como não amar o Naz, e em alguns momentos eu posso ter o odiado, mas o amor é maior, assim é muito fácil entender como Karissa deixou seu amor nublar sua visão sobre o que estava na cara dela. Naz não é um príncipe, ele está muito longe de ser.
Meu peito queima, meu estômago se agita, a minha visão fica escura e meus joelhos fraquejam, ao mesmo tempo em que as duas metades de mim gritam no topo de seus pulmões. Eu o amo. Eu o odeio. Ele é tudo o que é bom. Ele é o pior de tudo. Ele dá significado a minha vida. Ele tomará a minha vida um dia.

Meu Príncipe Encantado se tornou o vilão do meu conto de fadas, e parte de mim pensa que está tudo bem, porque, eventualmente, tudo vai desaparecer, de qualquer maneira.

Nada dura para sempre.

Felizes para sempre, eu acho, não existe.

Não posso deixar de falar sobre a diferença de idade entre os protagonistas é algo que eu amo. Quer chamar minha atenção é falar que tem um romance com diferença de idade no meio, quando você perceber eu já me joguei no livro, mas no caso desse livro, a idade deles não é um impedimento, é um acréscimo para mim. E existem muitas questões no livro que nos prende, além do romance, algumas como: O que tornou Naz um homem cercado por sombras e dor? Qual a origem de suas cicatrizes? Do que ou quem Carrie Reed, mãe de Karissa, foge, ou será que ela é simplesmente louca?

J.M. Darhower me conquistou com sua escrita há muitos anos com Emancipation Proclamation (fanfic que deu origem ao livro Sempre), então com certeza eu não iria me decepcionar com esse livro. Fazia um bom tempo que um livro não me prendia desse jeito, eu literalmente só parei para dormir. Foi uma leitura intensa de tirar o fôlego, que eu quero simplesmente chegar em todos e pedir para que leiam.

"O oposto do amor não é o ódio, Karissa. É indiferença. Você é uma pessoa apaixonada, e amor e ódio... não estão longe um para o outro. Ambos tem paixão, alguém ficando sob sua pele e consumir você. E eu a comi viva, querida. você nunca teve uma chance.”

Esse é o meu recado para vocês: Leiam Monster in His Eyes o mais rápido possível. O livro ainda não foi lançado no Brasil, mas espero que seja em breve porque todos merecem conhecer o Naz.

(Os trechos foram traduzidos por mim.)

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