Resenha: Um Dia Existimos (Kat Zhang) - As Crônicas das Irmãs Híbridas - Livro #02

segunda-feira, 21 de dezembro de 2015



Título: Um Dia Existimos
Autor: Kat Zhang
Edição: 1
Editora: Galera Record
ISBN: 9788501098375
Ano: 2015
Páginas: 304




Sinopse: Uma trama distópica, passada num futuro onde híbridos — pessoas com duas almas habitando o mesmo corpo — são uma possibilidade. Considerados instáveis e perigosos, os híbridos foram perseguidos e eliminados das Américas. As fugitivas irmãs Addie e Eva encontram abrigo com um grupo de híbridos que coordenam um movimento de resistência. Apesar dos conflitos envolvidos em dividir um corpo, ambas estão animadas para se juntar à revolução. Com o envolvimento, entretanto, surgem as dúvidas: até que ponto Addie e Eva estão dispostas a usar da violência em nome dessa causa?



                   Um Dia Existimos é o segundo volume das crônicas das irmãs híbridas escrito pela autora Kat Zhang e publicado no Brasil pela Galera Record. É uma distopia um pouco diferente e que me agradou bastante no início, porém o ritmo desse segundo livro deixou um pouco a desejar.

                  Addie e Eva são híbridas e compartilham o mesmo corpo após fugirem de uma instituição mantida pelo governo para subjugar os da sua espécie, elas estão escondidas em uma outra cidade e começam uma nova etapa de suas vidas. Elas conhecem novas pessoas, Eva e Ryan seguem se gostando, mas sem poderem estar juntos por conta de seus híbridos e  conseguem desenvolver uma relação quando Devon e Addie não estão presentes. A relação entre as híbridas Addie e Eva dá uma estremecida quando segredos começam a surgir e elas não sabem em quem confiar.

                   O grande problema desse livro é que não acontece NADA!  A história não um clímax arrebatador, na realidade você só vai se aborrecer com Addie e ter pena de Eva e por vezes vai querer colocá-la no colo. Enquanto temos grandes participações de personagens secundários nos outros livros, não tem nada de muito significativo nesse segundo volume. Novos personagens surgem, mas não são muito cativantes muito pelo contrário.

                         O ritmo do livro é bem massante, como já mencionei antes o ritmo do livro é bem parado e durante várias páginas nada realmente acontece, a leitura é bem rápida, mas a sensação é de que no final nós voltamos ao começo do livro.

                       A grande parte boa desse livro está em conhecermos um pouco melhor de Devon, híbrido de Ryan e de termos um vislumbre de como é quando um deles "desliga" e as consequências disso podem ser desastrosas. Personagens como Lissa e outros que nos cativaram no primeiro livro quase não tem nenhum grande participação. 

                            Eu gosto dessas capas, o jogo de cores e a imagem. A diagramação está ok, embora tenha encontrado um ou dois erros de digitação, nada realmente preocupante. Enfim, espero não me decepcionar com o terceiro livro.

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