Resenha: Coroa Cruel (Victoria Aveyard)

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016



Título: Coroa Cruel
Autor: Victoria Aveyard
Edição: 1
Editora: Seguinte
ISBN: 9788565765923
Ano: 2015
Páginas: 232
Tradutor: Cristian Clemente



Sinopse: Duas mulheres — uma vermelha e uma prateada — contam sua história e revelam seus segredos. Em Canção da Rainha, você terá acesso ao diário da nobre prateada Coriane Jacos, que se torna a primeira esposa do rei Tiberias VI e dá à luz o príncipe herdeiro, Cal — tudo isso enquanto luta para sobreviver em meio às intrigas da corte.Já em Cicatrizes de Aço, você terá uma visão de dentro da Guarda Escarlate a partir da perspectiva de Diana Farley, uma das líderes da rebelião vermelha, que tenta expandir o movimento para Norta — e acaba encontrando Mare Barrow pelo caminho.Esta edição traz, ainda, um mapa de Norta e um trecho exclusivo de ‘Espada de Vidro, o aguardado segundo volume da série A Rainha Vermelha.


                      Coroa Cruel é o compêndio dos dois contos publicados da série A Rainha Vermelha escrito pela Victoria Aveyard e publicado pela Editora Seguinte. Eu li A Rainha Vermelha, gostei, mas não cai de amores até ler Coroa Cruel.

                       A rainha Coriane é uma icógnita em A Rainha Vermelha, aqui descobrimos a história da jovem que sonhava com liberdade e que não tinha pretensão de se tornar rainha. Tudo que ela queria era viver livre e conseguir se dedicar a construir coisas, mas ela chamou atenção do príncipe Tiberias e logo se tornou rainha despertando a ira de uma rival perigosa. Assim em A Canção da Rainha você vai provavelmente amar a mãe de Cal, que nada foi além de uma vítima.

                      Coriane era realmente apaixonada pelo príncipe que depois se tornou rei, conhecemos também um pouco mais da vida dos pais do Rei Tiberias VI que viviam como marido e mulher apenas na aparência, pois Tiberias V mantinha um príncipe consorte chamado Roberto, por quem o príncipe tinha profundo carinho e que amava Coriane como uma filha.  Acho que essa personagens foi uma das mais cativantes que eu li em fantasias nos últimos tempos, dá vontade de pegar e colocar ela no colo.

                      No segundo conto: Cicatrizes de Aço, vamos conhecer um pouco mais da história de Diana Farley comandante da Guarda Escarlate e amiga do irmão de Mare, há muito mais acontecendo nos bastidores de A Rainha Vermelha do que conseguimos ver, já que é uma narrativa em primeira pessoa e em Cicatrizes de Aço vamos conhecer um pouco mais dos planos da Guarda Escarlate, como eles agem, o que pretendem e principalmente como o irmão de Mare se envolveu com eles.

                       Acho que é importante conhecermos um pouco melhor de outros ângulos dessa história, principalmente por que em A Rainha Vermelha, por ser uma narrativa em primeira pessoa, ficaram muitos pontos cegos e muitas perguntas sem resposta. Que serão respondidas em parte através desse conto.

                        Além desses dois contos, o livro traz ainda os dois primeiros capítulos de Espada de Vidro, segundo volume da série, o que me deixou muito mais empolgada para lê-lo. Antes eu gostaria, mas não era minha prioridade de ler essa continuação, porém esse livro acabou me empolgando.

                         A capa segue o padrão do primeiro volume, prateada metalizada com um desenho nela. Eu gosto. A diagramação está ok, sem muitos detalhes. E sim, quero para ontem ler o resto dessa série!
                     

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