Resenha: Devoção (Maya Banks) - Surrender - Livro #03

quarta-feira, 30 de março de 2016



Título: Devoção
Autor: Maya Banks
Edição: 1
Editora: LeYa - Quinta Essência
ISBN: 9788544103067
Ano: 2015
Páginas: 272
Tradutor: Rosemarie  Ziegelmaie


Sinopse: Primeiro ela testou os limites do desejo com a trilogia Breathless. Agora, Maya Banks, a autora best-seller #1 do NY Times, vai ultrapassá-los. Na trilogia Surrender, casais que desejam renovar seu compromisso vão perceber que um momento de desantenção pode custar muito caro... Chessy e Tate estão casados há anos. No início, o relacionamento deles era tudo o que Chessy queria. Ela oferecia ao marido a submissão e, em retribuição, ele cuidavapara que ela se sentisse completamente segura e feliz.Porém, em alguns anos, Tate . passou a dar menos atenção a Chessy, fazendo com que ela se sentisse em segundo plano. Cada vez mais infeliz em um casamento que havia sido, um dia, tudo o que ela tinha sonhado, Chessy sabe que algo de muito urgente precisa ser feito, antes que coloquem tudo a perder. Tate ama sua esposa.. Sentir-se provedor de Chessy sempre foi sua prioridade. Mas, ultimamente ela aparenta estar distante e infeliz, deixando-o preocupado. Tão preocupado que decide organizar uma noite muito especial, que pode reacender a chama que existia neles no começo.Mas, uma ligação no momento errado quase coloca tudo a perder: a segurança de Chessy, o plano de Tate, a crença no amor... Ao perceber que estava prestes a perdê-la, Tate prepara-se para o grande embate da sua vida. Decidido a reverter a situação a qualquer custo e conquistá-la novamente, ele vai mostrar a ela que nada é mais importante do que o amor que sentem um pelo outro.




Devoção é o livro que encerra a trilogia Surrender de uma das minhas autoras favoritas (eu sei, tenho muitas) Maya Banks. Confesso que fiquei um pouco decepcionada, pois tinha altas expectativas com esse livro.

Chessy e Tate são um casal com uma dinâmica que funcionava para ambos até dois anos atrás, ela era submissa e ele seu dominador. O único problema é que nos últimos tempos Tate tem dado mais atenção ao seu trabalho que a sua esposa e isso está fazendo Chessy infeliz. Todos percebem o quanto ela não está bem, menos aquele que prometeu cuidar dela como ninguém mais. Depois de um incidente em seu aniversário de casamento, Chessy finalmente fala para Tate o quanto está se sentindo negligenciada e ele tenta concertar as coisas, mas será que o trabalho mais uma vez não atrapalhará essa relação?

Vamos começar falando um pouco sobre a troca de narrativa entre os personagens que ficou um pouco confusa. Não sei se foi por conta da diagramação ou o original já era assim, mas as vezes no meio da leitura você está lendo os pensamentos de Chessy e no parágrafo seguinte sem nenhum tipo de aviso ou mudança você está lendo Tate. Essa é minha única ressalva quanto a narrativa.

Eu gosto de Chessy desde o primeiro livro, acho que esse tinha tudo para ser meu livro favorito, mas não foi bem assim que as coisas se desenvolveram. Ela é uma personagem bem omissa consigo mesma, Chess entregou todos os aspectos de sua vida nas mãos de Tate que a deixou de lado. Ela é apaixonada por ele e segura sua infelicidade até onde consegue, mas há limites para tudo e encontrar seu marido tomando um drink com outra mulher no bar do restaurante onde você ficou plantada esperando por ele por mais de uma hora acho que é um desses limites. Quando finalmente ela consegue expressar seus sentimentos, acho que ela volta a confiar em Tate muito rápido, qualquer mulher seria um pouco mais cautelosa.

Tate é um babaca. Não tem como defender, peguei raivinha mesmo e acho que pelo que ele fez Chess sofrer, ele mereceu muito mais sofrimento do que foi aplicado no livro. Ele não só negligenciou a esposa por dois anos por conta de seu orgulho besta, mas ele deixou ela se machucar e simplesmente não merece nenhum tipo de consideração. Na minha concepção foi muito fácil para ele, apoiava um pouquinho mais de drama antes do final feliz.

A parte boa é que temos capítulos inteiros narrados por Joss e Dash e Kylie e Jensen, os casais dos livros anteriores e podemos ver um pouco da dinâmica deles após seu final feliz. Isso me agradou bastante, acho sempre legal quando casais de outros livros aparecem. Inclusive aparece um personagem nessa trilogia que tem sua própria história contada em outra trilogia #plottwist.

Eu acho essa capa bem bonita, ela tem vários nadas a ver com a história, mas dá para ler esse livro em público sem constrangimentos. O que já é um ponto bem positivo. A diagramação está bem ok. Enfim, recomendo muito essa trilogia.

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