Resenha: O Coração da Esfinge (Colleen Houck) - Os Deuses do Egito Livro #02

sexta-feira, 14 de outubro de 2016



Título: O Coração da Esfinge
Autor: Colleen Houck
Edição: 1
Editora: Arqueiro
ISBN: 9788580416060
Ano: 2016
Páginas: 368
Tradutor: Alves Calado


Sinopse: Lily Young achou que viajar pelo mundo com um príncipe egípcio tinha sido sua maior aventura. Mas a grande jornada de sua vida ainda está para começar. Depois que Amon e Lily se separaram de maneira trágica, ele se transportou para o mundo dos mortos – aquilo que os mortais chamam de inferno. Atormentado pela perda de seu grande e único amor, ele prefere viver em agonia a recorrer à energia vital dela mais uma vez.Arrasada, Lily vai se refugiar na fazenda da avó. Mesmo em outra dimensão, ela ainda consegue sentir a dor de Amon, e nunca deixa de sonhar com o sofrimento infinito de seu amado. Isso porque, antes de partir, Amon deu uma coisa muito especial a ela: um amuleto que os conecta, mesmo em mundos opostos.Com a ajuda do deus da mumificação, Lily vai descobrir que deve usar esse objeto para libertar o príncipe egípcio e salvar seus reinos da escuridão e do caos. Resta saber se ela estará pronta para fazer o que for preciso.Nesta sequência de O Despertar do Príncipe, o lado mais sombrio e secreto da mitologia egípcia é explorado com um romance apaixonante, cenas de tirar o fôlego e reviravoltas assombrosas.




O Coração da Esfinge é o segundo livro da série Os Deuses do Egito escrita pela autora Colleen Houck e publicado no Brasil pela editora Arqueiro. Eu já estava meio com o pé atrás por conta de algumas coisas que me desagradaram no livro anterior e previsões do que poderia acontecer nesse livro e sim aconteceu mais ou menos tudo que eu previa, o que me deixou bem decepcionada.

Depois do ritual que levou os Filhos do Egito de volta para o além e derrotou Seth, o deus do Caos, Lily ficou com o escaravelho do coração de Amon, que se jogou no submundo esperando o momento de voltar para a sua amada. Por estar fora de seu posto, porém, Amon coloca a todos em risco e Anúbis decide intervir chamando Lily para resgatá-lo. Para que isso aconteça, a garota deve passar por uma transformação que faz com que ela vire um ser mitológico chamado Esfinge e que vire uma deusa que foi cultuada, mas que não existia.

Primeiro vamos aos pontos fortes desse livro: a pesquisa que a autora fez da mitologia egípcia está impecável, ela não só nos mostra deuses que muitas vezes não são de conhecimento público, mas os coloca com personalidades que são condizentes com os já citados deuses. Isso me agradou bastante, acho que isso deu um toque engraçado e diferente a narrativa.

Os pontos fracos e que me deixaram muito irritada foi o fato que mais uma vez a Colleen envolve a menina com os irmãos, tudo bem que quando se torna Esfinge, Lily não vive mais sozinha em sua cabeça, mas abriga Tia, a leoa a qual se fundiu, porém no livro muitas vezes não conseguimos distinguir isso e mais uma vez a protagonista se envolve em um relacionamento que eu não vejo sentido, por favor vamos pensar em algo mais original para essa segunda série.

A personalidade de Lily continua sendo agradável para mim, ela não é dada a muitos dramas, mas nesse segundo livro ela demonstra ficar muito confusa por conta de sua extrema mudança. Ora, ela já não é mais somente uma, mas abriga outra alma dentro de si. A ligação dela com Amon está cada vez mais forte, eles são ligados e são muito apaixonados.

A capa desse livro é linda, de um dourado e com esse símbolo egípcio. A diagramação está ótima, letra e margens impecáveis. Enfim, vamos ver os rumos que essa série vai tomar, pois não está sendo fácil.

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