Crítica | A vigilante do amanhã (2017)

quarta-feira, 29 de março de 2017



Título Original: Ghost in the Shell
Ano de produção: 2017
Direção: Rupert Sanders
Estreia: 30 de Março de 2017 ( Brasil )
Duração: 1h 47m
Gênero: Ação; Drama; Ficção Científica
País de Origem: Estados Unidos
Sinopse: Num mundo pós 2029, cérebros se fundem facilmente a computadores e a tecnologia está em todos os lugares. Motoko Kusanagi, conhecida como Major, é uma ciborgue com experiência militar que comanda um esquadrão de elite especializado em combater crimes cibernéticos.


Scarlett Johansson. Um dos nomes femininos mais poderosos de Hollywood. Ela atualmente representa muito do poder feminino nas telonas. E dessa vez foi a vez de ela dar vida a Major, uma ciborgue especializada em combate e furtividade em GHOST IN THE SHELL – O VIGILANTE DO AMANHÃ.



Dirigido por Rupert Sanders, e com roteiro de Jonathan Herman e Jamie Moss, Ghost in The Shell é uma adaptação do mangá (quadrinho japonês) de Masamune Shirow. E que adaptação competente. Efeitos visuais lindos, cenas de prender o folego, e uma história redonda e bem encaixada. Elementos cyberpunk são utilizados com primor e sabedoria. Tudo na dose certa.

Em 2029 a tecnologia é dominante, principalmente na medicina e na tentativa de imortalizar os humanos, cérebros são fundidos a maquinas, o que é o caso da protagonista Major. Sem lembranças do passado, Major comanda o grupo tático Seção 9, que é especialista em acabar com Hackers e cyberterroristas.



Mas o ponto chave do filme é mostrar e trabalhar a barreira entre a humanidade/alma e maquina/inteligência artificial. Sanders trabalha isso muito bem no filme, nos fazendo refletir sobre o que realmente nos faz ser quem somos, mostrar o que realmente importa está muito além da nossa “casca”.

Confesso que conheço pouco sobre as obras de Shirow, mas posso afirmar que você não precisa ter lido o mangá ou ter assistido aos filmes de animação de Ghost in The Shell para assistir e entender o filme e se deliciar com a história e todo o mundo que nos é mostrado. Mas se você já conhece ou se interessa em fazê-lo antes do de assistir a Major de Scarlett Johansson, o fan service aqui é intenso e muito bem utilizado. Desde a caracterização dos personagens até as cenas, quadro a quadro, ângulo por ângulo. É coisa linda demais de se ver.



Tento procurar pontos fracos para falar do filme, mas eu, particularmente, não encontro. A trilha sonora é linda com seus elementos de eletrônico industrial e batidas que embalam as cenas de lutas deixando tudo mais futurístico e frenético.

Conhecendo ou não sobre a obra, assista! Garanto que vale cada centavo que você pagar no ingresso. Se puder assistir em IMAX 3D, a experiência se torna mais encantadora ainda. Queria falar mais detalhes sobre o filme, mas deixo a descoberta sobre o passado da Major para vocês descobrirem nos cinemas.

GHOST IN THE SHELL – Vigilante do Amanhã estreia mundialmente 30 de Março.

Trailer:





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