Crítica | Mulher Maravilha (Wonder Woman) 2017

quinta-feira, 1 de junho de 2017




Título original:  Wonder Woman

Distribuidor: WARNER BROS.
Ano de produção: 2017
Tipo de filme: longa-metragem
Data de lançamento: 1 de junho de 2017 (2h 21min)
Direção: Patty Jenkins
Elenco: Gal Gadot, Chris Pine, Connie Nielsen mais
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia
Nacionalidade: EUA

SINOPSE

Treinada desde cedo para ser uma guerreira imbatível, Diana Prince (Gal Gadot) nunca saiu da paradisíaca ilha em que é reconhecida como princesa das Amazonas. Quando o piloto Steve Trevor (Chris Pine) se acidenta e cai numa praia do local, ela descobre que uma guerra sem precedentes está se espalhando pelo mundo e decide deixar seu lar certa de que pode parar o conflito. Lutando para acabar com todas as lutas, Diana percebe o alcance de seus poderes e sua verdadeira missão na Terra.



Não existe outro adjetivo para descrever Mulher-Maravilha a não ser MARAVILHOSO.
Sim! A DC/Warner acertou a mão ao dar vida a heroína mais famosa do mundo, com muitas cores, heroísmo, romance, ação e muito, mas muito feminismo!





Gal Gadot pegou o laço da verdade, a espada e o escudo e enfrentou, literalmente, meio mundo, tanto no filme como na vida real e teve vitória certeira para nós, pois MIM é o primeiro filme da DC a arrecadar elogios por onde passa, e é o primeiro filme de Super-heróis dessa nova leva a ser protagonizado por uma mulher (e dirigido também, por Patty Jenkins).

Nesse filme vamos conhecer a origem da amazona Diana, que foi criada em uma ilha povoada apenas por amazonas chamada Themyscira, um local salvo pelos deuses gregos após a grande guerra contra Ares para proteger a grande arma capaz de matar deuses, que irá por fim nas guerras do mundo. E aqui abro meu coração para falar dessa ilha que me apaixonei, responsável pelas cenas mais lindas que já vi. A fotografia, as cores, os efeitos. Realmente é a ilha paraíso.

Mas a paz da ilha foi perturbada quando o soldado James ( interpretado por Chris Pine) acidentalmente cai na ilha, levando a guerra até as Amazonas.
Diana se vê no dever de salvar o mundo dos homens e resolve sair da ilha com James e acabar com a guerra. 
Com cenas de lutas incríveis, a princesa de Themyscira entra no meio da segunda guerra mundial, em meio a tiros, porrada e bomba.

Mas além de salvar o mundo da guerra, Mulher-Maravilha veio para salvar o mundo do machismo e do preconceito. Aqui as mulheres vão pra onde querem e fazem o que acham certo, quebrando barreiras e mostrando que fazer o certo não depende de gênero. 

Mas o filme, mesmo maravilhoso dá suas escorregadas, mas só no 3º ato, que incomodará um pouco aos fãs de quadrinhos, mas nada que tire o brilho e todo o elogio que esse filme merece.
E se você assistiu ao filme ou vai assistir e quer conhecer as referências que inspiraram o filme, a editora Panini publicou as histórias em encadernados chamados Lendas do Universo DC: Mulher-Maravilha, ou procure as histórias da amazona escritas por George Perez, Brian Azzarello e Greg Rucka. Mas cuidado, pois você pode se apaixonar mais ainda pela Princesa de Themyscira (lembrando que a leitura das HQs não é obrigatória para acompanhar o filme).

Mulher-Maravilha estreia nos nossos cinemas dia 1º de Junho. E preparem seus assentos pois o filme tem 2:20 min de duração de pura diversão.


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