Crítica | Transformers: O Último Cavaleiro (2017)

quarta-feira, 19 de julho de 2017




Título original  Transformers: The Last Knight
Distribuidor PARAMOUNT PICTURES
Data de lançamento 20 de julho de 2017 (2h 29min)
Direção: Michael Bay
Elenco: Mark Wahlberg, Laura Haddock, Anthony Hopkins mais
Gêneros Ação, Ficção científica
Nacionalidade EUA

SINOPSE 
Não recomendado para menores de 12 anos
Os humanos estão em guerra com os Transformers, que precisam se esconder na medida do possível. Cade Yeager (Mark Wahlberg) é um de seus protetores, liderando um núcleo de resistência situado em um ferro-velho. É lá que conhece Izabella (Isabela Moner), uma garota de 15 anos que luta para proteger um pequeno robô defeituoso. Paralelamente, Optimus Prime viaja pelo universo rumo a Cybertron, seu planeta-natal, de forma a entender o porquê dele ter sido destruído. Só que, na Terra, Megatron se prepara para um novo retorno, mais uma vez disposto a tornar os Decepticons os novos soberanos do planeta.
Michael Bay está mais insano que nunca. O cara extrapolou todos os limites e todas as barreiras cinematográficas e fez o maior comercial de bonecos da Hasbro. E quando eu falo grande, não é pelo simples fato de ser um filme, mas sim pelo fato de ter a duração de 3hrs e 09min. Sim, um filme exaustivo. Talvez quando for passar na TV aberta, os cortes o torne menos cansativo de assistir.



O 5º filme da franquia dos Transformers traz um enredo simples, mas no andar dos carros se torna meio confuso de se entender, mas vamos a um breve resumo para nos localizar.



Após os eventos de Transformers: A Era da Extinção, Optimus Prime viaja para o espaço em busca de seus criadores e durante o trajeto encontra Quintessa, que o manipula mentalmente e o converte em uma missão de destruição da Terra para que seu planeta Natal possa sobreviver. Para isso ele precisa recuperar um cajado que foi usado por Merlin na Idade Média. Enquanto isso, os humanos já não toleram mais os robôs gigantes criando a Força de Reação, a Transformers, assim criando uma guerra entre Homens e Robôs. Simples, não é? Mas a forma como essa história é contada é que cria um nó na nossa cabeça. Personagens completamente desnecessários são introduzidos apenas para encher linguiça.



Mark Wahlberg volta a ser Cade Yeager ao lado de Bumblebee. Nesse filme Cade ganha um par romântico, a professora inglesa Vivian Wembley (Laura Haddock), que aparentemente tem uma ligação forte com toda a história para conter a destruição da Terra. Os dois são convocados pelo Sir Edmund Burton (Anthony Hopkins), um lorde inglês que lutou na segunda guerra com o transformer Bulldog. 


E somos apresentados a Izabella (Isabela Moner) uma garota de rua que cresceu órfã e vive ao lado de um transformer sucateado chamado Sqweeks. O coitado do Rapper Tyrese Gibson parece que está ali só para ocupar espaço, por que nem piadas e momentos engraçados saem dele. Personagens o ex-agente do governo Seymour Simmons (Jhon Turturro) entre outros. Fora vários e vários outros personagens que aparecem em eventos aparentemente interligados, mas que não influenciam em nada na história.



Agora falando de aspectos cinematográficos, a fotografia não colabora; Bay insiste em usar as câmeras tremidas e bagunçadas; o designer dos robôs continua a ser confuso (parece um monte de ferro retorcido). E cronologicamente o filme falha drasticamente (a história do Bumblebee me deu um nó na cabeça)


Apesar de ter um elenco bom, e ter uma atmosfera mais madura, o filme pelo visto só vai agradar a criançada e vender bonecos. O filme tem ação desmedida do começo ao fim, isso não posso negar, então prepare-se para muita explosão, tiros e barulheira.

Transformers: O Último Cavaleiro estreia dia 20 de Julho de 2017 nos cinemas brazucas.



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