Crítica | O primeiro homem (2018)

Crítica- O primeiro homem
País: Brasil
Estreia: 18 de outubro de 2018
Direção: Damien Chazelle
Elenco: Ryan Gosling, Claire Foy, Corey Stoll, Kyle Chandler, Jason Clarke,
Patrick Fugit, Ciáran Hinds, Shea Whigham
Fotos: Adoro Cinema
A vida do astronauta norte-americano Neil Armstrong (Ryan Gosling) e sua jornada para se tornar o primeiro homem a andar na Lua. Os sacrifícios e custos de Neil e toda uma nação durante uma das mais perigosas missões na história das viagens espaciais.

E, queridos leitores, foi dada a largada para a temporada de Oscar! O primeiro homem é um filme artístico, que conta a longa jornada até o homem chegar à lua. Todos já conhecemos essa história e o quanto o homem sonhou em sair da Terra e viajar no espaço explorando, mas não conhecemos o que existiu por trás, tantos investimentos que foram feitos, tantas vidas sacrificadas até que isso fosse realmente possível.



A trama nos narra sobre o programa lunar da década de 60, em que os americanos queriam colocar um homem na Lua antes dos Soviéticos. A narrativa mostra todos os testes perigosos e desafios que a NASA enfrentou até conseguir em 1969, um lançamento de sucesso. O filme não conta a jornada até o homem pisar na lua, e sim, a história de Neil Armstrong, sobre a sua jornada pessoal e motivações para querer fazer esta viagem, arriscando sua vida e abrindo mão de conviver com sua família.



Neil era um homem frio, de poucas palavras, entretanto muito determinado no que queria e no seu sonho. É incrível como nos sentimos dentro do filme, chegamos mesmo a ficar tontos, sem ar e confusos em muitas das cenas. Enxergamos o espaço por meio do olhar do protagonista e é muito lindo e fascinante de se ver. Podem criticar o quanto quiser, mas a chegada do Homem à lua é um evento dos mais marcantes da história mundial, e muito me admira como só resolveram fazer um filme quase 50 anos após a trajetória da Apollo 11.



Quanto à atuação, o protagonista é realmente um papel para Ryan Gosling. Foi a escolha perfeita para interpretar Neil, ele sabe ser frio e reservado, realmente cumpriu bem a proposta. Fora Ryan, o filme conta com muitos nomes de peso, que cumpriram seu propósito, mas não se destacam ao ponto de serem aqui mencionados.



A sonoridade é perfeita nas cenas de decolagem e testes espaciais, causa até mesmo desespero e pânico quando podemos ouvir até os parafusos girando, jatos de ar, e claro... Aquelas transições de um ambiente sonoro para o silêncio do espaço. O longa é bastante cansativo, pois seu ritmo é bem lento, poderia ter sido contado em menos de 2h30, mas para os fãs de drama eis aqui um prato
cheio.

Volto a minha primeira frase, O primeiro Homem da Lua foi um filme criado para ganhar prêmios, a qualidade nas cenas, sonoridades e nos personagens é inquestionável. Assistir ele é ver um espetáculo visual, com um realismo impressionante!

“Este é um pequeno passo para o homem, um salto gigantesco para a humanidade”

Crítica por Tycianna Araújo
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Um comentário

  1. Oi Dana, Oi Tycianna, tudo bem?
    Esse é um filme que está na minha listinha e com certeza irei assistir. Pelo que li na sua crítica, vou gostar bastante.
    Bjkas

    http://www.acordeicomvontadedeler.com/

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