Resenha | Todas as pequenas luzes (Jamie Mcguire)

Todas as Pequenas Luzes
Jamie McGuire
R$ 31,92 até R$ 39,90
ISBN-13: 9788576867272
ISBN-10: 8576867273
Ano: 2018 / Páginas: 350
Idioma: português 
Editora: Verus

Novo livro da autora da série best-seller Belo Desastre.
Quando Elliott Youngblood vê Catherine Calhoun pela primeira vez, ele é apenas um garoto com uma câmera nas mãos que nunca viu algo tão triste e tão belo. Os dois se sentem excluídos e logo se tornam amigos. Porém, no momento em que Catherine mais precisa dele, Elliott é forçado a sair da cidade. Alguns anos depois, Elliott finalmente retorna, mas ele e Catherine agora são pessoas diferentes. Ele é um atleta bem-sucedido, e ela passa todo o tempo livre trabalhando na misteriosa pousada de sua mãe. Catherine ainda não perdoou Elliott por abandoná-la num momento difícil, mas ele está determinado a reconquistar a amizade dela ― e a ganhar seu coração. Bem quando Catherine está pronta para confiar outra vez em Elliott, ele se torna o principal suspeito em uma tragédia local.
Apesar da desconfiança de todos na cidade, Catherine se agarra ao seu amor por Elliott. Mas um segredo devastador que ela esconde pode destruir qualquer chance de felicidade que os dois ainda têm.


Minha relação com Belo Desastre e Os irmãos Maddox não é boa, mas Jamie McGuire tem uma escrita fluida então quis ler Todas as pequenas luzes, até porque tem uma capa linda e eu sou dessas que escolhe livro pela capa. Não li a sinopse e imaginei que seguiria o mesmo estilo dos seus livros publicados aqui, mas é bem diferente.

Catherine vive com os pais, sofre bullying na escola e tem apenas dois amigos. Adorei o pai dela, a ligação que os dois tem é bonita, já sua mãe tem um comportamento instável.

Elliott vai passar as férias na casa dos tios, o relacionamento dos seus pais não é bom, estão sempre brigando. Ele ama tirar fotos e está sempre com a câmera pendurada no pescoço em busca do registro perfeito e nessa busca acaba se deparando com uma garotinha triste e seu pai enterrando um cachorrinho no quintal de casa. Desde esse dia Elliott ficou encantado por Catherine. Todos os anos ele ia passar as férias na cidade, mas só quando estavam com 15 anos é que começaram a conversar e aí o amor cresceu. Passaram todos os dias das férias juntos, mas a família da Catherine não é bem vista pela mãe de Elliott, e quando soube que o filho estava andando com ela, o levou embora sem deixar ele se despedir.

"Meu tio John sempre diz que as pessoas só podem nos magoar se a gente deixar, e, se a gente deixa, damos poder a essas pessoas."

A vida de Catherine mudou completamente no dia que Elliott foi embora, e ela não quer perdoa-lo quando ele retorna dois anos depois.
O início do livro é bem lento, tendo essas coisas típicas de ensino médio, os dois se apaixonando, foi uma leitura arrastada.

Quando tem a passagem do tempo, temos um Elliott popular por jogar e uma Catherine mais excluída ainda e com o peso de cuidar da pousada junto com a mãe. A vida de Catherine se resume em estudar e trabalhar, sem amigo nenhum e com as dívidas de casa, ela passa a maior parte do tempo evitando as pessoas, impedindo que se aproximem e dando atenção apenas para os hospedes frequentes da pousada. 

Quando Elliott volta, e dessa vez pra morar com os tios e terminar o ensino médio na escola da Catherine, faz de tudo para que ela o perdoe. Pra mim ele foi o melhor personagem da história, apesar de de crescer em uma casa turbulenta, sofrer preconceito, as vezes, por ser cherokee, ele é fofo, mas é bem esquentadinho as vezes (parece que Jamie só sabe criar personagens masculinos assim).
Só que a Catherine ficou muito chata com esse lance de "Eu não posso ter amigos por causa da pousada, ninguém pode entrar e ver o que acontece na pousada, é melhor se o Elliott não ficar perto de mim", ok eu entendo que ela tinha responsabilidades, mas esse segredo todo envolvendo a pousada ficou cansativo e repetitivo.

A história dá uma melhorada mais pro fim quando rola uma investigação policial e quando o finalmente o segredo é revelado. Foi o maior plost twist. Em nenhum momento passou pela minha cabeça que poderia ser isso, fiquei me sentindo muito trouxa e enganada. Se isso foi bom ou ruim? Eu não gostei da personagem Catherine e ainda acho que ela fez drama demais, mas a autora ganhou pontos com esse desfecho inesperado. No geral foi uma leitura ok, poderia ter sido melhor se a autora não tivesse enrolado tanto com as situações repetitivas.

`Por Renata Kerolin
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Um comentário

  1. Jordana!
    Não conhecia o livro.
    Desejo um novo ano de realizações, saúde e muito amor! Que possamos estar juntos em 2019 com boas leituras!
    “Que a paz, a saúde e o amor estejam presentes em todos os dias deste novo ano que se inicia. Feliz Ano Novo!” (Desconhecido)
    cheirinhos
    Rudy
    BLOG ALEGRIA DE VIVER E AMAR O QUE É BOM!

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